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domingo, 6 de septiembre de 2009

Navios-Carreira da India


LIBRO:
Os Portuguezes em Africa, Asia, America e Occeania Escrito por Manuel Pinheiro Chagas, José Maria de Sousa Monteiro
http://books.google.es/books?id=svoJ9A0UVy4C&pg=RA2-PA45&vq=300+homens&dq=conde+de+sargedas&lr=&as_brr=3&source=gbs_search_s&cad=0
ARTÍCULO:
A obra A Arte de Furtar, do século XVII, é bem elucidativa: “Seja o primeiro do que cada dia vemos em provimentos de náos da India, e de galeoens, e navios, que manda El Rey nosso Senhor ao Brasil, Angóla, e outras partes: provêm-se de chacinas podres, bacalhão corrupto, biscouto mascavado, vinho azedo, azeite borra: porque achão tudo isto assim mais barato na compra; e say-lhes mais caro no effeito, porque adoecem todos os passageiros, morre a metade, malogra-se a viagem, perde-se tudo; porque forão providos com unhas de fome: e por pouparem o que se furta, fizerão com que o barato custasse caro a todos.
...................As diferentes escalas que normalmente eram feitas, serviam também para fazer reabastecimentos. São os casos da ilha da Madeira, dos Açores, do Brasil, da ilha de Santa Helena, da costa entre o Cabo da Boa Esperança e o Cabo de S. Sebastião, de Sofala, de Moçambique, de Mombaça ou de Melinde, que serviam de pontos de apoio à ida ou à volta.
.............“Êstes navios são extremamente sujos e infectos, porque a maior parte da gente não toma o trabalho de ir acima para satisfazer as suas necessidades, o que em parte é causa de morrer ali tanta gente. Os espanhóis, franceses e italianos fazem o mesmo; mas os ingleses e holandeses são mui limpos e asseados” (Laval, vol. II, 1944, pág. 149).
http://group.xiconhoca.com/2008/12/05/a-vida-a-bordo-nas-naus-da-carreira-da-india/

Carreira da India

RECORTE LIBRO:Os Portuguezes em Africa, Asia, America e Occeania
Escrito por Manuel Pinheiro Chagas, José Maria de Sousa Monteiro
Edición: 2
Publicado por Typ. de Borges, 1849
http://books.google.es/books?id=svoJ9A0UVy4C
Página 78 ir um único soldado ein terra , e recolheu-se á Hollanda. 1628 — Continuaran) os ...

ARTÍCULO:

Bem entenderam por estas vésperas os inimigos qual seria a festa quando os nossos entrassem na cidade, e com este receio se começaram já os franceses a dividir dos holandeses
determinando fugir para os nossos, da qual ocasião se quis aproveitar também um soldado português indiático, que os holandeses haviam tomado vinda de Angola, e se havia alistada com soldo, entrando, e saindo com eles da guarda, o qual sabendo a determinação dos franceses se concertou com quatro para pôr fogo à pólvora, e alegando este serviço, que não era pequeno, alcançar perdão da vida, porém um o descobriu ao coronel, o qual mandou logo prender, e enforcar o português, e um dos franceses, que os outros dois lhe fugiram para os nossos; pela que mandou o coronel lançar bando pelas ruas, a som de dez ou doze tambores, que todo o que soubesse de outro, que quisesse fugir, e lho fosse denunciar lhe daria quatrocentos cruzados, e daí avante se teve muitavigia sabre os franceses na poste que faziam.

http://www.cchla.ufpb.br/pergaminho/1627_historia_-_frei_salvador.pdf