Mostrando entradas con la etiqueta Cisnando. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Cisnando. Mostrar todas las entradas

lunes, 7 de septiembre de 2009

BIMBA- Batuque ,Savate ,Jiu Jitsu y otros

NOTA :(Nestor Capoeira)
Jair Moura (1991, pp.35-36) nos conta que em 1928, Aníbal Burlamaqui lançou seu Gymnastica Nacional (capoeiragem) Methodizada e Regrada (ver "6 - Anexo, iconografia", ilustração 12), que teve bastante repercussão: empenhado em "expurgar da capoeiragem o seu caráter delituoso para transformá-la num esporte", atraiu "muitos jovens da burguesia" e "infiltrando-se (a capoeira) nas camadas mais elevadas da coletividade, valorizou-se, propagou-se". O livro de Burlamaqui, lançado no Rio, teve repercussão até mesmo na Bahia, onde Bimba, "seguindo as pegadas" do autor e favorecido pelo decreto de Vargas que permitia a prática da capoeira "em recinto fechado", vai abrir a primeira academia na década de 1930.125_
É verdade que o baiano Bimba tomou conhecimento do livro do carioca Burlamaqui através de um de seus alunos, e também é verdade que o Rio de Janeiro - muito mais do que hoje em dia - tinha forte repercussão nacional . Mas dizer que mestre Bimba - o criador da capoeira regional - "seguiu as pegadas" de Burlamaqui, deu margem a "interpretações espúreas", talvez um reflexo daquela "luta pela hegemonia nacional" da qual nos falou Letícia Reis. Bimba sempre teve seu próprio rumo - assim com Pastinha, Valdemar e tantos outros -, por ele decretado, e moldado pela realidade baiana do início dos 1900s

Fuente fotos libros: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/bimba-cual-es-la-verdadera-historia.html

LIBRO: (PAG 195)
Artes do corpo Escrito por Vagner Gonçalves da Silva



http://books.google.es/books?id=ErbacXYBB0cC&dq=Clube+de+Uni%C3%A3o+em+Apuros&as_brr=3&source=gbs_navlinks_s


Cisnando y los Japoneses en Brasil- Amazonas,Ceará.

NOTA DEL PESQUISADOR:A partir de 1908,hubo un flujo constante de entrada de japoneses en Brasil.1928-34 fué el periodo en que más japoneses entraron.1942-1952 fué un periodo en que no entró ningún japones.
En Ceará,se constata que había japoneses en las colónias Pio XX. Cisnando ,alumno de Bimba ,
se sabe que su padre tenía trabajadores asiáticos en su hacienda de Ceará.
Cisnando,Decanio y la História del Kárate en Bahía

RECORTE LIBRO: Europa, Asia y África en América Latina y el Caribe Escrito por Birgitta Leander, Mario Margulis, Omar Martínez Legorreta . http://books.google.es/books?id=hUrQFK08y-kC
(PAG 271,276)

Amazonia- chegada dos japoneses-Conde Koma

MAPA:Inmigración Japoneses en Brasil.
Lista de pasajeros japoneses llegados a Sao Paulo-1908-28-04. http://www.arquivoestado.sp.gov.br/docdesc.php?id=2

foto :Ryu Mizuno:1934
Em 18 de junho de 1908, o navio Kasato-maru deu entrada no porto de Santos. Neste navio estavam embarcados 781 japoneses imigrantes. Foi o começo da imigração japonesa no Brasil.Quem ajuntou os imigrantes e transportou até o Brasil foi a companhia Koukoku Shokumin Gaisha (Companhia de Emigração Imperial). O presidente da empresa era Ryu Mizuno. Mizuno nasceu em 1859 na província de Kochi. Sentindo-se frustrado no Movimento Democrático, ele passou a trabalhar com a migração.A navegação de Kasato-maru até chegar ao Brasil demorou 52 dias. Durante a essa viagem, Mizuno escreveu seu diário de bordo. O diário nos mostra como foi a primeira navegação dos imigrantes japoneses no Brasil. Com certeza, é um documento muito importante na história da imigração.A esposa do falecido Mizuno doou este diário a Sr.Saburo Yamanaka, um dos fundadores do Museu, e foi incluído na coleção do Museu.
*Atualmente não está exposto ao público pela questão da conservação.
22/12/2006
http://www.museu.bastos.sp.gov.br/acervo/diario_de_bordo.php?lang=pt-br

foto:Expansão lavradores espalham-se por várias regiões do Brasil na década de 30.http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/331.shtml
No Pará, a Cia de Colonização da América Latina (Nantaku) (Takushoku)pretendia cultivar o cacau, que acabou se inviabilizando. Em 1935, ao se retirar de Tomé-Açu foram fechadas as estações experimentais de Açaizal, Monte Alegre e Castanhal. E os imigrantes japoneses, como sobreviveram? Alfredo Oyama Homma conta que uma alternativa foi cultivar produtos locais. Ocorreram também os esforços para a introdução das hortaliças em Belém. Fusako Tsunoda escreve sobre uma das estratégias do conhecido conde Koma: “Ele passou a convidar amigos da sociedade para jantares em sua residência, e os tomates, rabanetes, berinjelas, pepinos e outros legumes cultivados na colônia Acará compunham a maior parte do cardápio. Sua esposa inglesa, May, não poupava esforços para ajudar o marido nessa tarefa”.
http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/283.shtml
-Na ocasião, a primeira na chegada a Belém (1918-1919), ,Maeda(conde Koma) aceitou um desafio do famoso Capoeirista brasileiro “Pé de Bola”. Maeda, permitiu até que Pé de Bola usasse uma faca na luta. O Capoeirista, tinha 190 centímetros de altura e pesava 100 kg. Mas, mesmo todo tamanho, e até mesmo armado, Maeda venceu a luta facilmente. Ensinou a Carlos Gracie, que por sua vez repassou a seus irmãos Oswaldo, George, Gastão Jr e Hélio Gracie (este sim que adaptou a técnica e a transformou no que conhecemos como GJJ ou BJJ). http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitsuyo_Maedahttp://www.judomessias.com.br/paginas/conde_koma.htm
Katsutoshi Naito (7º Dan, 1895-1969) - chegou ao Brasil em 1928, na companhia Takushoku América do sul situada em Belém, no Pará.Em 1915 entrou na escola técnica de agronomia na província de Kagoshima, no Japão e após a formação foi para Tóquio no Koodokan (academia de Judô). Em 1919 foi para os Estados Unidos e em 1920 entrou na faculdade de agronomia na Pensilvânia, quando simultaneamente treinava luta livre até a formatura, sempre como capitão da equipe. Em 1931 veio para Suzano, onde em 1935 conseguiu construir a sua academia de judô para os ensinamentos do judô para toda a comunidade. , iniciava suas atividades judoísticas, no bairro de Rio Baixo, em Suzano, São Paulo. Foi um dos fundadores da Zenhaku Ju Kendo Ren Mei, que por sua vez deu início à direção do judô no Brasil. Foi o primeiro medalhista olímpico do Japão (1924, em Paris), com a modalidade de luta-livre olímpica, e conseqüentemente, introduziu esta prática esportiva no Japão. Ocupou o primeiro cargo de diretor de judô, na Federação Paulista de Pugilismo.
Academia Terazaki
Em 1928, mestre Terazaki casou-se com D. Kiyoe, tendo como padrinho o professor Futakawa. Kiyoe trabalhava na Kanebo, uma empresa de tecelagem e fiação, que mais tarde Terazaki conheceu o presidente por meio da esposa e quando este iniciou a exploração na região da Amazônia, Terazaki colaborou na convocação de voluntários para a imigração. Além de convocar, decidiu participar da imigração chegando em Belém no Pará, em 1929. Sua chegada, marcada pela epidemia de malária e o poço em que utilizavam para estava infestado de amebas. Na época, dezenas de pessoas morreram, incluindo Teruko, a filha de Terazaki.
Em 1933, da ligação que teve com Katsutoshi Naito em Tóquio no Kodokan, veio a influência da vinda a Suzano, onde após quatro anos na Amazônia, chega a cidade, onde atua no cultivo de morangos na plantação de Naito.
Após a [II Guerra mundial], foi organizada uma associação de graduados em judô. O presidente foi Katsutoshi Naito e Terazaki era vice. Com o aumento de adeptos veio a seguir a necessidade de organizar a Federação Nacional de Judô.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Judô_no_Brasil
Judo no Brasil: http://pt.pandapedia.com/wiki/Judô#No_Brasil

O navio, com 781 imigrantes partiu do porto de Kobe em 28 de abril de 1908 e chegou ao Brasil 52 dias depois
Diferentemente do ocorrido nas regiões Sul e Sudeste, a imigração no Norte contou com um estudo técnico detalhado e o apoio da iniciativa privada. O governo paraense concedeu, após acordo com o governo japonês,500 mil hectares para o chamado Projeto de Colonização Japonesa na Amazônia. Assim, a bordo do Montevideo Maru, as primeiras 43 famílias aportam no atracadouro de Tomé-Açu pelo rio Acará-Mirim, em 22 de setembro de 1929, enviadas pela Nambei Takushoku Kabushiki Kaisha (Nantaku). Mas estudos apontam que 20 anos antes já
existiam japoneses na região, vindos como retirantes da imigração no Peru. Colônia Cacatu, o marco da chegada dos japoneses ao Paraná * Texto retirado do site :http://www.japaobrasil.com.br/
As fontes para os textos são Museu Histórico da Imigração Japonesa, O Imigrante Japonês (Tomoo Handa), Uma Epopéia Moderna - 80 Anos da Imigração Japonesa no Brasil (Editora Hucitec) e A Imigração Japonesa na Lavoura Cafeeira Paulista (Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo).
http://www.paranashimbun.com.br/imagens/img_standard/ARQ200863121421.pdf
OTRA FUENTES:http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/281.shtml
nota:Se tiende a creer que Cisnando fue el primer discípulo de Bimba. Cisnando se telefoneaba a menudo con A. Burlamaqui; fue a estudiar a Bahía; procedía de Ceará donde su padre tenía una hacienda en la que trabajaban coreanos(¿JAPONESES?); Cisnando estaba casado con una coreana. Hay una gran coincidencia entre los colores que implantó Bimba para las graduaciones de alumnos con las de la lucha coreana denominada Taekyon(¿KARATE?) que mantiene la misma corporalidad que la Capoeira pues en sus gestos, aparece la ginga pero en forma invertida, como era trabajada por A. Burlamaqui. Se presentan aquí nuevos indicios de multiculturalidad de la Capoeira.http://www.portalcapoeira.com/capoeiradabahia/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=234