miércoles, 29 de septiembre de 2010
lunes, 13 de septiembre de 2010
1903- JAPÓN- Jiu-jitsu comparado con "Jogo da Capoeira"
No Japão: impressões da terra e da gente (1903)
Author: Oliveira LimaPublisher: Laemmert
Year: 1903
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: English
Collection: americana
http://www.archive.org/details/nojapoimpresses00limagoog
Author: Oliveira LimaPublisher: Laemmert
Year: 1903
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: English
Collection: americana
http://www.archive.org/details/nojapoimpresses00limagoog
lunes, 30 de agosto de 2010
lunes, 23 de agosto de 2010
Cette frénésie ressemble au capoeiragem des Nègres brésiliens
PASG.902
LA TERRE A VOL D'OISEAU.
Vers 1800 ces indigènes, encore barbares, cannibales peut-être, parlaient plusieurs langues; à cette heure ils cultivent paisiblement le café; ils apprennent le malais plutôt que le hollandais, auquel les maîtres qui le parlent n'ont point créé de royauté dans ces îles malgré deux cents ans de domination. Dès que le pouvoir lui échappera, la Hollande sera moins visible que le Portugal dans la plupart des « îles merveilleuses ». Le niveau malais a passé sur la plupart de ces insulaires, qui usent maintenant presque tous du malais et qui presque tous sont devenus musulmans. Mais cette uniformité d'apparence cache des diversités de race, et en tel recoin du pays le malais hérite de trente langues parlées par des tribus qui n'étaient point malaises. Les traits, la taille, toute l'habitude du corps montre que Boughis portés au négoce, Macassars et autres nations de l'île se rattachaient clans l'origine à la même famille que les Dayaks de Bornéo, les Battaks de Sumatra, les divers Ilaraforas ou Àlfoures, c'est-à-dire aux Papous et Polynésiens, autrement grands, beaux et généreux que les Malais petits, laids et rusés. Devenus donc ou devenant Malais par les croisements, par les dialectes, les gens de Célèbcs courent" souvent l'amoc. Courir l'amoc, c'est prendre un kriss, poignard tortu, et bondir dans la rue en hurlant : Àmoc ! amoc ! puis tuer hommes, femmes, enfants, vieillards, animaux; mais le peuple s'amasse, il poursuit le fou sanglant et l'abat comme un chien. A Macassar on court, ce dit-on, l'amoc une ou deux fois par mois. Cette frénésie ressemble au capoeiragem des Nègres brésiliens qui, eux aussi, se lancent parfois, l'arme à la main, dans la ville.
Fuente: Título : La Terre à vol d'oiseau, par Onésime Reclus,...
Autor : Reclus, Onésime (1837-1916)
Editor : Hachette (Paris)
Fecha de publicación : 1886 http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5446505q.r=CAPOEIRAGEM.langES.textePage
LA TERRE A VOL D'OISEAU.
Vers 1800 ces indigènes, encore barbares, cannibales peut-être, parlaient plusieurs langues; à cette heure ils cultivent paisiblement le café; ils apprennent le malais plutôt que le hollandais, auquel les maîtres qui le parlent n'ont point créé de royauté dans ces îles malgré deux cents ans de domination. Dès que le pouvoir lui échappera, la Hollande sera moins visible que le Portugal dans la plupart des « îles merveilleuses ». Le niveau malais a passé sur la plupart de ces insulaires, qui usent maintenant presque tous du malais et qui presque tous sont devenus musulmans. Mais cette uniformité d'apparence cache des diversités de race, et en tel recoin du pays le malais hérite de trente langues parlées par des tribus qui n'étaient point malaises. Les traits, la taille, toute l'habitude du corps montre que Boughis portés au négoce, Macassars et autres nations de l'île se rattachaient clans l'origine à la même famille que les Dayaks de Bornéo, les Battaks de Sumatra, les divers Ilaraforas ou Àlfoures, c'est-à-dire aux Papous et Polynésiens, autrement grands, beaux et généreux que les Malais petits, laids et rusés. Devenus donc ou devenant Malais par les croisements, par les dialectes, les gens de Célèbcs courent" souvent l'amoc. Courir l'amoc, c'est prendre un kriss, poignard tortu, et bondir dans la rue en hurlant : Àmoc ! amoc ! puis tuer hommes, femmes, enfants, vieillards, animaux; mais le peuple s'amasse, il poursuit le fou sanglant et l'abat comme un chien. A Macassar on court, ce dit-on, l'amoc une ou deux fois par mois. Cette frénésie ressemble au capoeiragem des Nègres brésiliens qui, eux aussi, se lancent parfois, l'arme à la main, dans la ville.
Fuente: Título : La Terre à vol d'oiseau, par Onésime Reclus,...
Autor : Reclus, Onésime (1837-1916)
Editor : Hachette (Paris)
Fecha de publicación : 1886 http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5446505q.r=CAPOEIRAGEM.langES.textePage
lunes, 9 de agosto de 2010
jueves, 22 de julio de 2010
1933-SAO PAULO- Lutas de Jiu-Jitsu "Dia de Japao
fuente 1: Pag. 2, Diário Oficial do Estado de São Paulo - 18/05/1933
fuente 2: Pg. 12. Diário Oficial. DOSP de 01/09/1933
domingo, 6 de junio de 2010
1674-AMSTERDAM- Tratado de Ju-Jutsu
FUENTE: FUENTES DOCUMENTALES Y TESTIMONIALES PARA EL ESTUDIO DE LAS ARTES MARCIALES EN ESPAÑA : JU-JUTSU , JUDO Y AIKIDO.
Encarna Planells í Garcés, Barcelona ,abril 2009
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-1210109-092419//EPG_TESIS.pdf
Encarna Planells í Garcés, Barcelona ,abril 2009
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-1210109-092419//EPG_TESIS.pdf
miércoles, 21 de abril de 2010
Oswaldo Baptista Fadda
Nota: Oswaldo Baptista Fadda nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 15/01/1921, falecendo nessa cidade em 01/04/2005. Foi um Grande Mestre de Jiu-Jitsu, chegando ao 9º grau (faixa vermelha).
Quem foi o Mestre Fadda?
O professor Oswaldo Baptista Fadda nasceu, viveu e morreu em Bento Ribeiro. Homem humilde, conhecedor profundo do Jiu jitsu e o pioneiro a levar a “arte suave” para o subúrbio carioca. Quando, aos 17 anos, era fuzileiro naval da Marinha do Brasil, Oswaldo Fadda começou a treinar jiu jitsu e foi o melhor pupilo do Professor Luiz França, que fez parte do pequeno grupo de alunos do Conde Koma, introdutor do jiu jitsu no Brasil, em 1917, na cidade de Belém, no estado do Pará. No subúrbio em que sempre viveu, com profundo idealismo, divulgou, extraordinariamente, esta modalidade esportiva. Demonstrava, com seus alunos, as técnicas do jiu jitsu nas favelas, praças públicas, praias, morros, circos, pátios de igrejas e clubes, visando à ampla expansão de sua prática possível a todos.
Outra importante atividade, da qual o Mestre Fadda foi pioneiro, era a recuperação, através do jiu jitsu, de pessoas com anomalias físicas e até mentais, principalmente vítimas de paralisia infantil. Bom, com tantos trabalhos voluntários e tendo como público uma comunidade carente, não lhe restava muito capital para investir em publicidade. O máximo que ele conseguia para poder divulgar sua academia era um pequeno espaço na página de óbitos. Então a solução encontrada pelo Mestre para chamar a atenção da mídia foi a de desafiar a poderosa família dos Gracie.
Em 1954, o Mestre Fadda foi aos jornais O Globo e o Diário da Noite e declarou:
“Desejamos enfrentar os Gracie, respeitamo-los como incomparáveis adversários, porém não os tememos. Disponho de cerca de vinte alunos para os encontros”.
Referências: Mestre Deo Revista Tatame
http://www.guethopelotas.com.br/outro_lado.html
Takeo -Cisnando
Nota del pesquisador:
Se tiende a creer que Cisnando aprendió Jiu Jitsu con Takeo Yano:
Arte Marcial como estilo de vida:
Por Lena Costa Carvalho. 26/09/2008
No final dos anos 40 chegou a Pernambuco o japonés Takeo Yano(1),que introduciú o judo no estado em uma época em que a arte ainda estava se separando do Jiu jitsu .Como nao había torneios organizados o sensei (profesor) e seus alunos promovían desafíos com japoneses quando algún navío nipónico aportava a Recife .Ele era instructor da policía especial do Japao.Veio pra Brasil pelo Rio de Janeiro, depois foi a Minas Gerais, daí passou uns vinte anos em Recife(até casou por aqui) e Entao voltou a Minas ,contra Diogenes Moraes, pupilo do japonés que assumiu a missao de dar continuidade ao trabalaho do mestre na cidade.
(1)......... o começo dessas lutas, que se deram em Natal, principalmente, no final da década de 50. Takeo Yano foi um grande ícone dessa época, foi quem trouxe o jiu-jítsu para o RN, quando ele aqui chegou as lutas já aconteciam, não se sabe ao certo mais provavelmente chegaram por aqui pelos lutadores da Marinha do Brasil, e dois deles foram Aderbal e Bernardão, tem registro de grandes combates nos arquivos do jornal A República, Diário de Natal e A Tribuna. Vendo esses registros, pesquisando e fazendo entrevistas com pessoas da época, foi que pude sentir a emoção que despertavam essas lutas aqui em Natal.Waldemar Santana, Pinheirão, Euclides da Cunha, Bernardão, Aderbal, Ivan Gomes, Touro Novo, Takeo Yano, e tantos outros, foram importantes ídolos desse esporte tão agressivo e fascinante para o público, era um misto de esporte e agressividade que despertava delírio no público.
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/takeo-yano-jiu-jitsu-en-natal.html
Se tiende a creer que Cisnando aprendió Jiu Jitsu con Takeo Yano:
Arte Marcial como estilo de vida:
Por Lena Costa Carvalho. 26/09/2008
No final dos anos 40 chegou a Pernambuco o japonés Takeo Yano(1),que introduciú o judo no estado em uma época em que a arte ainda estava se separando do Jiu jitsu .Como nao había torneios organizados o sensei (profesor) e seus alunos promovían desafíos com japoneses quando algún navío nipónico aportava a Recife .Ele era instructor da policía especial do Japao.Veio pra Brasil pelo Rio de Janeiro, depois foi a Minas Gerais, daí passou uns vinte anos em Recife(até casou por aqui) e Entao voltou a Minas ,contra Diogenes Moraes, pupilo do japonés que assumiu a missao de dar continuidade ao trabalaho do mestre na cidade.
(1)......... o começo dessas lutas, que se deram em Natal, principalmente, no final da década de 50. Takeo Yano foi um grande ícone dessa época, foi quem trouxe o jiu-jítsu para o RN, quando ele aqui chegou as lutas já aconteciam, não se sabe ao certo mais provavelmente chegaram por aqui pelos lutadores da Marinha do Brasil, e dois deles foram Aderbal e Bernardão, tem registro de grandes combates nos arquivos do jornal A República, Diário de Natal e A Tribuna. Vendo esses registros, pesquisando e fazendo entrevistas com pessoas da época, foi que pude sentir a emoção que despertavam essas lutas aqui em Natal.Waldemar Santana, Pinheirão, Euclides da Cunha, Bernardão, Aderbal, Ivan Gomes, Touro Novo, Takeo Yano, e tantos outros, foram importantes ídolos desse esporte tão agressivo e fascinante para o público, era um misto de esporte e agressividade que despertava delírio no público.
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/takeo-yano-jiu-jitsu-en-natal.html
miércoles, 3 de marzo de 2010
Até chineses e hindus vêm para o Rio.
O Império de D. João
Alberto da Costa e Silva
Ocupante da Cadeira 9 na Academia Brasileira de Letras.
O Rio de Janeiro no tempo de D. João VI Os inúmeros europeus que visitaram o país nessa época deixaram vasta literatura, já bastante estudada, que serve para ilustrar o cotidiano da cidade e seus habitantes, descritos por alguns como pessoas sem educação e instrução. Trajavam túnicas de algodão ou quimonos chineses, provenientes das embarcações vindas da Índia e da China, o que dava um aspecto oriental/asiático à cidade. Apesar da proibição de importação de produtos estrangeiros, um intenso comércio contrabandeado era realizado em especial nos portos do Rio de Janeiro e de Salvador, onde os barcos paravam, muitas vezes, com a desculpa de consertar avarias ou atender enfermos.
.................... Apesar de a entrada de estrangeiros haver sido controlada pela Intendência-Geral da Polícia do Rio de Janeiro, criada logo em 1808 e em cujos livros ficaram anotados os dados referentes aos imigrantes, é de difícil contabilidade esse número. Podem ter-se alcançado cifras como as mencionadas pelo economista Carlos Lessa, em seu livro O Rio de Todos os Brasis: “Entre 1808 e 1822, foi registrada a fixação de 4.234 estrangeiros, sem contar os seus familiares, entre 1.500 espanhóis, 1.000 franceses, 600 ingleses e centenas de alemães, italianos, suíços, suecos, holandeses, etc. Até chineses e hindus vêm para o Rio.” Os franceses só começaram a chegar ao país depois de 1814, com o término da guerra napoleônica e a paz européia.
http://www.academia.org.br/abl/media/RB%2054%20-%20PROSA.pdf
Alberto da Costa e Silva
Ocupante da Cadeira 9 na Academia Brasileira de Letras.
O Rio de Janeiro no tempo de D. João VI Os inúmeros europeus que visitaram o país nessa época deixaram vasta literatura, já bastante estudada, que serve para ilustrar o cotidiano da cidade e seus habitantes, descritos por alguns como pessoas sem educação e instrução. Trajavam túnicas de algodão ou quimonos chineses, provenientes das embarcações vindas da Índia e da China, o que dava um aspecto oriental/asiático à cidade. Apesar da proibição de importação de produtos estrangeiros, um intenso comércio contrabandeado era realizado em especial nos portos do Rio de Janeiro e de Salvador, onde os barcos paravam, muitas vezes, com a desculpa de consertar avarias ou atender enfermos.
.................... Apesar de a entrada de estrangeiros haver sido controlada pela Intendência-Geral da Polícia do Rio de Janeiro, criada logo em 1808 e em cujos livros ficaram anotados os dados referentes aos imigrantes, é de difícil contabilidade esse número. Podem ter-se alcançado cifras como as mencionadas pelo economista Carlos Lessa, em seu livro O Rio de Todos os Brasis: “Entre 1808 e 1822, foi registrada a fixação de 4.234 estrangeiros, sem contar os seus familiares, entre 1.500 espanhóis, 1.000 franceses, 600 ingleses e centenas de alemães, italianos, suíços, suecos, holandeses, etc. Até chineses e hindus vêm para o Rio.” Os franceses só começaram a chegar ao país depois de 1814, com o término da guerra napoleônica e a paz européia.
http://www.academia.org.br/abl/media/RB%2054%20-%20PROSA.pdf
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1800-1850-Minas Gerais Chinos e Indiaticos
martes, 2 de marzo de 2010
1879-Indo-Mauritians en Rio , Martinica y Trinidad
LIBRO: Coolitude: an anthology of the Indian labour diaspora Escrito por Marina Carter,Khal Torabully,Khal. 2002 - 243 páginashttp://books.google.com/books?id=pH4l5BMQs5YC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
"In 1879, 145 Indo-Mauritians were reported to have migrated for work as far away as Rio de Janeiro ,Brazil while Valiama, the daughter of indentured immigrants in Martinique , migrated to Trinidad with her daughter after her own marriage faliled 21. "(pag132)
21.Merven , T, L`indien a Maurice 1896
TRADUCCIÓN AL PORTUGUÉS (Javier Rubiera)
"Em 1879, 145 Indo-Mauritians foram relatados para ter migrado para o trabalho tão distantes como o Rio de Janeiro, Brasil, enquanto Valiama, filha de imigrantes contratados na Martinica, emigrou para Trinidad com a filha depois de seu próprio casamento falhido.
libro: The African diaspora in the Indian Ocean Escrito por Shihan de S. Jayasuriya,Richard Pankhurst
http://books.google.com/books?id=mdpcgy_aopwC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
"In 1879, 145 Indo-Mauritians were reported to have migrated for work as far away as Rio de Janeiro ,Brazil while Valiama, the daughter of indentured immigrants in Martinique , migrated to Trinidad with her daughter after her own marriage faliled 21. "(pag132)
21.Merven , T, L`indien a Maurice 1896
TRADUCCIÓN AL PORTUGUÉS (Javier Rubiera)
"Em 1879, 145 Indo-Mauritians foram relatados para ter migrado para o trabalho tão distantes como o Rio de Janeiro, Brasil, enquanto Valiama, filha de imigrantes contratados na Martinica, emigrou para Trinidad com a filha depois de seu próprio casamento falhido.
libro: The African diaspora in the Indian Ocean Escrito por Shihan de S. Jayasuriya,Richard Pankhurst
http://books.google.com/books?id=mdpcgy_aopwC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
lunes, 1 de marzo de 2010
1936- SAO PAULO João Zaqui " Jiu-jitsu (attaque e defensa) contendo os requlamaentos japonés e brasileiro
libro: Zaqui, João, " Jiu-jitsu (attaque e defensa) contendo os requlamaentos japonés e brasileiro ", Sao Paulo, Brazil, Companhia Brasil Editora, 1936, 110p, MBR.
domingo, 28 de febrero de 2010
1800-1816 RIO - Indio Botocudo llama "tios a chinos
Viagem à provincia de São Paulo e Resumo das viagens ao Brasil, provincia Cisplatina e missões do Paraguai; (1940)
Author: Saint-Hilaire, Auguste de, 1779-1853 Publisher: São Paulo, Livraria Martins
http://www.archive.org/details/viagemprovinci00sainuoft
sábado, 27 de febrero de 2010
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/04/artes-marciales-en-tonga.html
Fundo Marquês do Lavradio
Inventário
Rio de Janeiro-1999
Série 9 - Fiscalização de navegação
RD59 Livro contendo autos de exame, sentenças e cartas relativas a vistorias feitas em navios estrangeiros aportados no Brasil, abordando principalmente a repressão feita à pesca ilegal de baleia, contrabando e a detenção do capitão James Cook, comandante do navio inglês Endevour.
Local: Rio de Janeiro
Data: 13/11/1768-18/1/1774
Microfilme: 025-97
http://www.portalan.arquivonacional.gov.br/Media/lavradio.pdf
Fundo Marquês do Lavradio
Inventário
Rio de Janeiro-1999
Série 9 - Fiscalização de navegação
RD59 Livro contendo autos de exame, sentenças e cartas relativas a vistorias feitas em navios estrangeiros aportados no Brasil, abordando principalmente a repressão feita à pesca ilegal de baleia, contrabando e a detenção do capitão James Cook, comandante do navio inglês Endevour.
Local: Rio de Janeiro
Data: 13/11/1768-18/1/1774
Microfilme: 025-97
http://www.portalan.arquivonacional.gov.br/Media/lavradio.pdf
1878-Henry Walter compara el CAPOEIRAGEM con la LOCURA MALAYA (amok)
Central America, the West Indies, and South America, ed. and extended by H.W. Bates (1878)
Author: Henry Walter Bates
Year: 1878
(texto traducido por Javier Rubiera"
MURDER MANIA, 423
presos de una especie de manía sedientos de sangre de naturaleza singular. Se han constituido en una especie de asociación criminal, conocida como Capoeiragem, los miembros en ocasiones recorren las calles como los posesos y ciegos a través del “run amuck”, un impulso irresistible para reducir la persona que se encuentren, independientemente de que sea un negro, un blanco, un brasileño, o un extraño.
Tan pronto como algunos seres desafortunados han sido víctimas de su frenesí sanguinario, los Capoeiras desaparecen sin dejar un rastro detrás de ellos, y después de haber satisfecho los impulsos asesinos. El Capoeiragem es, probablemente, una institución africana que se ha trasplantado a suelo brasileño por algunos de las tribus negras del interior. En muchos aspectos, recuerda la conocida manía homicida similar que prevalece entre los malayos del Archipiélago Oriental. Es raro que los esclavos maten a sus amos, mientras que pueden hacerlo actuando bajo la influencia de este extraño impulso.
NOTA DEL PESQUISADOR:
Citas de Amok Malayo en Brasil:
-1630-OLINDA-AMOCK MALAYO después comparado con la CAPOEIRA en 1866 (Rio),
-1797-BATAVIA-Descripción del Amock (descrito en Brasil en 1630),
-1866-RIO-(CAPOEIRAGEM)Jean-Jacob de Tschudi (amigo de Rugendas) describe a capoeiras como BOXEADORES (Locura Malaya)
-Plácido de Abreu, poeta comediógrafo e jornalista, amigo de Lopes Trovão, companheiro de Pardal Mallet e Bilac no O COMBATE, que morreu, com heroicidade de amouco, fuzilado no túnel de Copacabana

Afro-brasiliansk mand Signeret 1641 .http://asia-brasil.blogspot.com/search/label/1797-BATAVIA-Descripción%20del%20Amock%20(descrito%20en%20Brasil%20en%201630)
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